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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10926/396

Title: Resistência à educação a distância na educação corporativa
Authors: Brauer, Marcus
Keywords: Educação corporativa
Educação a distância
Issue Date: 2010
Citation: BRAUER, M. Resistência à educação a distância na educação corporativa. In: Encontro da ANPAD, 34., 2010, Rio de Janeiro. Anais...Rio de Janeiro: Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Administração, 2010.
Abstract: Embora a resistência às tecnologias seja um problema freqüente nas empresas, as pesquisas nessa área são fragmentadas, não-cumulativas e raras na literatura (Lapointe & Rivard, 2005). Atualmente, a resistência à Educação a Distância [EAD] é um problema significativo, embora tal tecnologia de ensino tenha elevados índices de crescimento em vários países. O objetivo desta pesquisa foi identificar e analisar as principais causas de resistência à EAD na Educação Corporativa [EC]. A partir de estudos sobre a Teoria Unificada de Aceitação e Uso da Tecnologia [UTAUT] de Venkatesh, Morris, Davis e Davis (2003), sobre a resistência às Tecnologias de Informação [TI] e sobre a resistência à EAD, foi desenvolvida e testada uma estrutura teórica que visou explicar as causas da Resistência à EAD na EC. As hipóteses iniciais desta pesquisa defenderam que tal resistência é causada por oito fatores: Auto- Eficácia, Competência em TI, Expectativa de Desempenho, Expectativa de Esforço, Influência Social, Condições Facilitadoras, Interatividade e Comunicação Interna. A partir da técnica de Modelagem de Equações Estruturais, as hipóteses iniciais foram testadas e os resultados mostraram que, na amostra pesquisada, composta por empregados com experiência em EAD, as dimensões Auto-Eficácia e Expectativa de Desempenho influenciam diretamente a Resistência à EAD na EC, e as dimensões Expectativa de Esforço, Condições Facilitadoras e Interatividade são construtos antecedentes à Expectativa de Desempenho. Tais resultados podem servir de subsídio na tomada de decisões gerenciais sobre implementação e manutenção de cursos à distância. A partir da estrutura teórica validada, os gestores podem analisar o contexto e desenvolver formas de eliminar, reduzir ou lidar com as principais causas de resistência identificadas. Se o empregado tem resistências em relação à EAD, provavelmente o aprendizado a distância seja aquém do esperado e, conseqüentemente, os resultados do treinamento serão menores. Para que a EAD não seja um problema para a organização, tal tecnologia que deve ser projetada, implantada e gerenciada por profissionais qualificados, para que os investimentos tenham resultado e retorno, não apenas no curto prazo. Do ponto de vista teórico, uma contribuição foi o desenvolvimento e validação de uma estrutura teórica de Resistência à EAD na EC. A segunda contribuição teórica foi a validação de uma estrutura teórica que integre teorias sobre Resistência à TI com teorias sobre adoção de TI, pois foi feita uma adaptação da UTAUT (Venkatesh et al., 2003). Embora a adoção de tecnologias seja um assunto diferente da resistência às tecnologias (Cenfetelli, 2004), a inversão e adaptação de itens da UTAUT foi útil para a construção da estrutura teórica de resistência proposta. A terceira contribuição teórica foi a construção de uma escala com a finalidade de mensurar a Resistência à EAD na EC. Tal escala poderá ser usada por gestores e profissionais de EAD. Sistematizar teorias, adaptar escalas já validadas e validar conhecimentos não-científicos justificam a importância da construção de escalas no avanço do conhecimento.
Description: 16 f. : il.
Additional Description: Trabalho apresentado no XXXIV Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Administração.
Document type: Trabalho apresentado em evento / Paper
Appears in Collections:Processos Educacionais

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